Carinho ou Ponto fraco
Existe uma porção de tipos de fraqueza. Tem gente que tem fraqueza por homens barbados, mulheres gordinhas, pés, mãos, bocas. Tem gente que tem fraqueza por dinheiro, fraqueza por atenção, fraqueza de caráter.
A minha fraqueza, eu digo, é por carinho. É uma tolice tão grande e uma ‘meninice’ maior ainda, mas assim como crianças ou filhotes de animais, ao menor sinal de carinho eu já me derreto toda.
Não importa o quanto você já pisou na bola, acredito que as pessoas tem o direito de errar e se mostrar arrependidas. E se essa demonstração vier acompanhada de um chamego ou uma palavra bonitinha, pronto: Está perdoado. Ou quase isso.
É obvio que também me permito uns exageros e não basta me trazer um chiclete dizendo “Lembrei de você na padaria” que todas as mancadas do universo estarão perdoadas, mas é que o carinho é um dos sentimentos mais bonitos do mundo.
O carinho é complementar. Em tudo, não apenas em relacionamentos monogâmicos ou em ménages. O carinho complementa o respeito e o amor de um casal. Complementa a dedicação que você tem ao seu trabalho, à sua família, à sua vida.
Carinho devia ser vendido em doses homeopáticas pra gente consumir um pouquinho todo dia, ia dar mais certo do que muita terapia.

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